O uso de plantas medicinais exige conhecimento sobre a indicação, a parte correta da planta que deve ser utilizada e a forma adequada de preparo. Esses cuidados são necessários para que o tratamento produza os efeitos esperados sem colocar a saúde em risco.
Para orientar a população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou dois documentos sobre o tema. Uma cartilha apresenta informações detalhadas sobre a utilização de plantas medicinais e fitoterápicos, enquanto um folder reúne as principais recomendações de maneira mais rápida e acessível.
Os materiais explicam as diferenças entre plantas medicinais, medicamentos fitoterápicos e outros produtos de origem natural, como suplementos alimentares, vitaminas, medicamentos homeopáticos e opoterápicos.
As orientações também ajudam os consumidores a identificar produtos autorizados no Brasil e diferenciá-los daqueles comercializados irregularmente. Produtos sem autorização podem conter substâncias tóxicas ou ingredientes diferentes dos anunciados, provocando desde reações leves até consequências graves para a saúde.
A atualização acompanha as novas regras para o registro de fitoterápicos industrializados, publicadas em dezembro de 2025. Entre elas está a Resolução da Diretoria Colegiada nº 1.004/2025, que simplificou e esclareceu o processo de autorização desses produtos no país.
Mesmo sendo de origem natural, plantas medicinais e fitoterápicos podem apresentar contraindicações, provocar efeitos adversos e interagir com outros medicamentos. Por isso, a utilização deve seguir as orientações corretas e, sempre que necessário, contar com o acompanhamento de um profissional de saúde.
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